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Tratamento de diversas neoplasias, incluindo câncer de mama, linfomas (Hodgkin e não-Hodgkin), leucemias (linfoblástica aguda e mieloide aguda), sarcomas (de partes moles e ósseo), câncer de ovário, câncer de bexiga, entre outros.
Hipersensibilidade conhecida à doxorrubicina, a outras antraciclinas ou antracenedionas; mielossupressão persistente; insuficiência cardíaca grave; infecções sistêmicas ativas; histórico de doença cardíaca grave; tratamento prévio com doses cumulativas máximas de doxorrubicina ou outras antraciclinas; gravidez e lactação.
Mielossupressão (leucopenia, neutropenia, trombocitopenia, anemia), cardiotoxicidade (insuficiência cardíaca congestiva, arritmias), náuseas, vômitos, mucosite/estomatite, alopecia (perda de cabelo), fadiga, febre, reações no local da injeção (dor, flebite, extravasamento com necrose tecidual), hiperpigmentação da pele e unhas, amenorreia, azoospermia.
Cada mL de solução contém 2 mg de Cloridrato de Doxorrubicina. Excipientes: cloreto de sódio, água para injetáveis.
Administrado exclusivamente por via intravenosa por profissionais de saúde experientes em quimioterapia. Requer monitoramento cardíaco (ECG, ecocardiograma) e hematológico (hemograma completo) rigoroso. Evitar extravasamento, que pode causar necrose tecidual. Manusear com precauções de segurança para agentes citostáticos.
A posologia é altamente individualizada, dependendo do tipo e estágio do câncer, do regime de tratamento (monoterapia ou terapia combinada), da função hepática e renal do paciente, e da condição geral. Geralmente administrado em ciclos, com doses que variam de 60 a 75 mg/m² a cada 3 semanas, ou doses menores em regimes semanais ou diários.
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