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Prevenção da rejeição de órgãos em pacientes submetidos a transplantes de rim, fígado ou coração. Também pode ser usado no tratamento da rejeição de órgãos resistente a outras terapias.
Hipersensibilidade conhecida ao tacrolimo ou a qualquer componente da fórmula. Não deve ser utilizado por pacientes com síndrome de má absorção de glicose-galactose ou deficiência de lactase.
Nefrotoxicidade (dano renal), neurotoxicidade (tremores, cefaleia, insônia), hipertensão, hiperglicemia (diabetes mellitus pós-transplante), infecções (virais, bacterianas, fúngicas), distúrbios gastrointestinais (náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal), alopecia, anemia, leucopenia, trombocitopenia, hipercalemia, hipomagnesemia.
Cada cápsula contém 1 mg de tacrolimo monoidratado. Excipientes: lactose monoidratada, croscarmelose sódica, estearato de magnésio. Cápsula: gelatina, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo.
Administrar por via oral, geralmente duas vezes ao dia, com um intervalo de 12 horas. Deve ser tomado consistentemente em relação às refeições (por exemplo, sempre com o estômago vazio ou sempre após uma refeição) para otimizar a absorção e minimizar a variabilidade. Evitar o consumo de toranja (grapefruit) e seu suco, pois podem alterar os níveis sanguíneos do medicamento.
A dose inicial e de manutenção de tacrolimo varia amplamente dependendo do tipo de transplante (rim, fígado, coração), peso do paciente, função renal e hepática, e níveis sanguíneos do fármaco. A posologia é individualizada pelo médico com base na monitorização dos níveis séricos de tacrolimo para manter a concentração terapêutica e minimizar a toxicidade. Geralmente, a dose inicial para transplante renal é de 0,1 a 0,2 mg/kg/dia dividida em duas doses.