- Fresenius

Tratamento da hipotensão aguda e estados de choque (choque séptico, choque cardiogênico, choque neurogênico) para restaurar a pressão arterial e a perfusão tecidual em pacientes adultos.
Hipersensibilidade conhecida ao hemitartarato de norepinefrina ou a qualquer componente da fórmula; hipotensão devido à hipovolemia não corrigida (a menos que seja uma medida de emergência para manter a vida até a reposição de volume); trombose vascular mesentérica ou periférica (risco de isquemia); uso concomitante com certos anestésicos inalatórios (como halotano ou ciclopropano) devido ao risco de arritmias cardíacas graves.
Reações adversas comuns incluem hipertensão arterial, bradicardia reflexa, arritmias cardíacas, ansiedade, cefaleia, tremores, palidez, sudorese, isquemia periférica (especialmente em extremidades), necrose tecidual no local da injeção em caso de extravasamento, e dificuldade respiratória. Reações mais graves podem incluir infarto do miocárdio, edema pulmonar e insuficiência renal aguda.
Cada mL contém 2 mg de hemitartarato de norepinefrina (equivalente a 1 mg de norepinefrina base). Excipientes: Cloreto de sódio e água para injetáveis.
Administrar por via intravenosa, preferencialmente em veia central, após diluição em solução de glicose a 5% ou cloreto de sódio a 0,9%. A taxa de infusão deve ser ajustada cuidadosamente para manter a pressão arterial desejada. Monitorar continuamente a pressão arterial, frequência cardíaca, débito urinário e sinais de perfusão tecidual. Evitar extravasamento, pois pode causar necrose local.
A dose deve ser individualizada e titulada de acordo com a resposta do paciente. Geralmente, inicia-se com uma infusão contínua de 0,05 a 0,3 mcg/kg/min, ajustando-se a taxa para manter a pressão arterial sistólica desejada (geralmente entre 90-100 mmHg) ou a pressão arterial média (PAM) entre 65-70 mmHg. A dose máxima pode variar dependendo da condição clínica do paciente.
- Hipolabor