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Tratamento de diversas neoplasias malignas, incluindo leucemias agudas, linfomas de Hodgkin e não-Hodgkin, sarcomas de tecidos moles e ósseos, câncer de mama, ovário, tireoide, pulmão de pequenas células, bexiga, neuroblastoma e tumor de Wilms.
Hipersensibilidade conhecida ao cloridrato de doxorrubicina, a outras antraciclinas ou antracenedionas. Mielossupressão persistente grave, insuficiência cardíaca grave preexistente, infecções sistêmicas ativas, arritmias graves, infarto do miocárdio recente, tratamento prévio com doses cumulativas máximas de doxorrubicina ou outras antraciclinas.
Mielossupressão (leucopenia, neutropenia, trombocitopenia, anemia), cardiotoxicidade (insuficiência cardíaca congestiva, arritmias), alopecia (perda de cabelo), náuseas, vômitos, estomatite, mucosite, diarreia, fadiga, febre, reações no local da injeção (dor, flebite, extravasamento), hiperpigmentação da pele e unhas, amenorreia, azoospermia.
Cada frasco-ampola contém 50 mg de cloridrato de doxorrubicina como princípio ativo. Excipientes: lactose monoidratada.
Reconstituir o pó liofilizado com 25 mL de água para injetáveis, resultando em uma solução de 2 mg/mL. Administrar por via intravenosa lenta (geralmente em 3 a 5 minutos) ou por infusão intravenosa, evitando extravasamento. A manipulação deve ser feita por profissionais treinados, utilizando equipamentos de proteção individual. Descartar adequadamente o material não utilizado.
A posologia é individualizada e determinada pelo médico oncologista, baseada no tipo de câncer, estágio da doença, peso corporal do paciente, função hepática e renal, e outros tratamentos concomitantes. Geralmente administrado em ciclos, com doses que variam de 60 a 75 mg/m² a cada 3 semanas, ou doses menores em esquemas semanais ou fracionados.
- Accord
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