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Tratamento da hipertensão arterial (pressão alta) e dos sintomas da hiperplasia prostática benigna (HPB), como dificuldade para urinar e jato urinário fraco.
Hipersensibilidade à doxazosina, a outras quinazolinas (como prazosina, terazosina) ou a qualquer componente da fórmula. Pacientes com histórico de hipotensão ortostática. Pacientes com HPB e obstrução do trato urinário superior, infecção crônica do trato urinário ou cálculos na bexiga. Pacientes com insuficiência hepática grave.
Tontura, dor de cabeça, sonolência, fadiga, hipotensão postural (queda da pressão ao levantar), palpitações, edema (inchaço), náuseas, boca seca, rinite. Reações mais raras incluem síncope (desmaio), priapismo (ereção prolongada e dolorosa) e reações alérgicas.
Cada comprimido contém 2 mg de mesilato de doxazosina (equivalente a 1,94 mg de doxazosina). Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal.
Tomar o comprimido inteiro, com ou sem alimentos, uma vez ao dia, conforme orientação médica. Não mastigar ou esmagar. É importante evitar mudanças bruscas de posição (levantar-se rapidamente) para prevenir tonturas ou desmaios, especialmente no início do tratamento.
A dose inicial usual é de 1 mg uma vez ao dia. A dose pode ser aumentada gradualmente para 2 mg, 4 mg ou 8 mg uma vez ao dia, dependendo da resposta clínica e tolerabilidade do paciente, sob supervisão médica. A dose máxima recomendada é de 16 mg ao dia.