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Tratamento de epilepsia (convulsões parciais com ou sem generalização secundária) em adultos e crianças a partir de 12 anos, como terapia adjuvante. Tratamento da dor neuropática em adultos, incluindo neuralgia pós-herpética e neuropatia diabética.
Hipersensibilidade conhecida à gabapentina ou a qualquer componente da fórmula. Não recomendado para crianças menores de 12 anos para epilepsia e não estabelecida a segurança e eficácia para dor neuropática em crianças e adolescentes.
Sonolência, tontura, fadiga, ataxia (falta de coordenação), nistagmo (movimento involuntário dos olhos), tremores, visão turva, diplopia (visão dupla), náuseas, vômitos, diarreia, constipação, boca seca, ganho de peso, edema periférico, infecções virais, febre, dor de cabeça, ansiedade, depressão, insônia.
Cada cápsula contém 300mg de gabapentina. Excipientes: lactose monoidratada, amido de milho, talco, estearato de magnésio. Cápsula: gelatina, dióxido de titânio.
Administrar por via oral, com ou sem alimentos. As cápsulas devem ser engolidas inteiras com bastante líquido. Não mastigar, partir ou esmagar. Em caso de interrupção do tratamento, a dose deve ser reduzida gradualmente ao longo de, no mínimo, uma semana.
A posologia deve ser individualizada e ajustada pelo médico. Para epilepsia em adultos e adolescentes (a partir de 12 anos), a dose inicial é geralmente de 300mg, 3 vezes ao dia, podendo ser aumentada gradualmente até 900-3600mg/dia, divididos em 3 doses. Para dor neuropática em adultos, a dose inicial é de 300mg, 3 vezes ao dia, podendo ser ajustada até 1800-3600mg/dia, divididos em 3 doses. A dose máxima diária é de 3600mg. Ajustes de dose são necessários em pacientes com insuficiência renal.