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Tratamento da hipertensão arterial, angina pectoris e insuficiência cardíaca crônica estável com função ventricular esquerda sistólica reduzida, em adição a inibidores da ECA, diuréticos e, opcionalmente, glicosídeos cardíacos.
Insuficiência cardíaca aguda ou episódios de descompensação da insuficiência cardíaca que requeiram terapia inotrópica intravenosa; choque cardiogênico; bloqueio AV de segundo ou terceiro grau (sem marcapasso); síndrome do nó sinusal; bloqueio sinoatrial; bradicardia sintomática; asma brônquica grave ou doença pulmonar obstrutiva crônica grave; formas graves de doença arterial periférica oclusiva ou síndrome de Raynaud; feocromocitoma não tratado; acidose metabólica; hipersensibilidade ao bisoprolol ou a qualquer um dos excipientes.
Fadiga, tontura, dor de cabeça, náuseas, vômitos, diarreia, constipação, sensação de frio ou dormência nas extremidades, bradicardia, hipotensão, agravamento da insuficiência cardíaca, broncoespasmo (em pacientes com asma brônquica ou doença obstrutiva das vias aéreas), fraqueza muscular, cãibras musculares.
Cada comprimido revestido contém 1,25 mg de hemifumarato de bisoprolol. Excipientes: (informações detalhadas sobre excipientes podem ser encontradas na bula do produto).
Os comprimidos devem ser tomados pela manhã, com ou sem alimentos, e engolidos inteiros com um pouco de líquido. Não devem ser mastigados nem esmagados. A dose deve ser ajustada individualmente pelo médico.
Para insuficiência cardíaca crônica estável: a dose inicial é de 1,25 mg uma vez ao dia, durante uma semana. Se bem tolerado, a dose pode ser aumentada gradualmente em intervalos semanais, conforme orientação médica, até uma dose máxima de 10 mg uma vez ao dia. Para hipertensão e angina: a dose usual é de 5 mg uma vez ao dia, podendo ser ajustada até um máximo de 10 mg uma vez ao dia.