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Tratamento da hipertensão arterial (pressão alta), da angina pectoris (dor no peito de origem cardíaca) e da insuficiência cardíaca crônica estável com função ventricular esquerda reduzida, em adição a inibidores da ECA e diuréticos, e, opcionalmente, glicosídeos cardíacos.
Insuficiência cardíaca aguda ou durante episódios de descompensação da insuficiência cardíaca que requeiram terapia inotrópica intravenosa; choque cardiogênico; bloqueio atrioventricular de segundo ou terceiro grau (sem marca-passo); síndrome do nó sinusal; bloqueio sinoatrial; bradicardia sintomática (frequência cardíaca inferior a 60 batimentos/minuto antes do início do tratamento); hipotensão sintomática (pressão arterial sistólica inferior a 100 mmHg); asma brônquica grave ou doença pulmonar obstrutiva crônica grave; formas graves de doença arterial periférica oclusiva ou síndrome de Raynaud; feocromocitoma não tratado; acidose metabólica; hipersensibilidade ao hemifumarato de bisoprolol ou a qualquer um dos excipientes.
Fadiga, tontura, dor de cabeça (especialmente no início do tratamento, geralmente leves e desaparecem em 1-2 semanas); náuseas, vômitos, diarreia, constipação; sensação de frio ou dormência nas extremidades; bradicardia (frequência cardíaca lenta); agravamento da insuficiência cardíaca preexistente; broncoespasmo (em pacientes com asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva); fraqueza muscular, cãibras musculares; distúrbios do sono, depressão.
Cada comprimido revestido contém 2,5 mg de hemifumarato de bisoprolol. Excipientes: fosfato de cálcio dibásico, celulose microcristalina, amido de milho, dióxido de silício, estearato de magnésio, crospovidona, hipromelose, dióxido de titânio, macrogol.
Os comprimidos devem ser tomados pela manhã, com ou sem alimentos, e engolidos inteiros com um pouco de líquido, sem mastigar ou esmagar. Não interrompa o tratamento abruptamente sem orientação médica.
A dose inicial usual para hipertensão e angina é de 5 mg uma vez ao dia, podendo ser ajustada para 10 mg uma vez ao dia, com dose máxima de 20 mg. Para insuficiência cardíaca crônica estável, a dose inicial é de 1,25 mg uma vez ao dia, com titulação gradual sob supervisão médica, conforme tolerância do paciente, até uma dose máxima de 10 mg uma vez ao dia. A dose de 2,5 mg é frequentemente utilizada como dose inicial ou de manutenção em alguns esquemas terapêuticos.