- EMS

Tratamento de náuseas e vômitos de diversas origens, incluindo os induzidos por quimioterapia e radioterapia. Alívio de sintomas de dispepsia funcional, como sensação de empachamento, plenitude pós-prandial, dor epigástrica e eructação. Auxiliar no tratamento de distúrbios da motilidade gastrointestinal.
Hipersensibilidade à domperidona ou a qualquer componente da fórmula. Pacientes com tumores hipofisários secretores de prolactina (prolactinoma). Pacientes com doença hepática moderada a grave. Pacientes com condições em que a estimulação da motilidade gástrica possa ser perigosa, como hemorragia gastrointestinal, obstrução mecânica ou perfuração. Pacientes com prolongamento conhecido do intervalo QT, ou que estejam tomando medicamentos que prolongam o intervalo QT, ou com doença cardíaca subjacente significativa (insuficiência cardíaca congestiva).
Reações comuns: boca seca, dor de cabeça, diarreia. Reações incomuns: ansiedade, agitação, nervosismo, sonolência, tontura, astenia, galactorreia, ginecomastia, amenorreia, dor ou sensibilidade nas mamas, erupção cutânea, prurido. Reações raras: reações extrapiramidais (distonia, discinesia, parkinsonismo), convulsões, arritmias cardíacas, prolongamento do intervalo QT, edema angioneurótico, urticária, anafilaxia.
Cada comprimido contém 10mg de domperidona. Excipientes: lactose monoidratada, amido de milho, celulose microcristalina, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal, povidona.
Os comprimidos devem ser tomados por via oral, preferencialmente antes das refeições. Não exceder a dose recomendada. Em caso de esquecimento de uma dose, tomar a próxima dose no horário habitual, sem dobrar a dose. Não mastigar ou partir os comprimidos.
Adultos e adolescentes (com peso corporal igual ou superior a 35 kg): 10 mg (1 comprimido) até 3 vezes ao dia, antes das refeições. A dose máxima diária é de 30 mg. A duração do tratamento não deve exceder uma semana para náuseas e vômitos agudos. Para dispepsia crônica, o tratamento pode ser estendido, mas a dose e a duração devem ser reavaliadas regularmente pelo médico.