- Biochimico

Tratamento de infecções graves causadas por microrganismos sensíveis à cefalotina, incluindo infecções do trato respiratório, infecções do trato urinário, infecções da pele e tecidos moles, infecções ósseas e articulares, septicemia, endocardite e peritonite. Também pode ser utilizada para profilaxia cirúrgica.
Hipersensibilidade conhecida à cefalotina, a outras cefalosporinas ou a qualquer componente da fórmula. Pacientes com histórico de reações alérgicas graves a penicilinas devem ser monitorados devido à possibilidade de reatividade cruzada.
As reações adversas mais comuns incluem dor no local da injeção e flebite (inflamação da veia) após administração intravenosa. Outras reações podem incluir: reações de hipersensibilidade (rash cutâneo, urticária, febre, eosinofilia), distúrbios gastrointestinais (náuseas, vômitos, diarreia), alterações hematológicas (leucopenia, trombocitopenia, anemia hemolítica) e nefrotoxicidade (especialmente em altas doses ou em pacientes com insuficiência renal preexistente).
Cada frasco-ampola contém: Cefalotina sódica equivalente a 1g de cefalotina. Excipientes: Não aplicável para o pó liofilizado, mas o diluente pode variar.
Administração intramuscular ou intravenosa. Reconstituir o pó liofilizado com o diluente apropriado (água para injetáveis, soro fisiológico, etc.) antes do uso. A dose e a via de administração devem ser determinadas pelo médico, baseadas na gravidade da infecção, sensibilidade do microrganismo e condição do paciente. Não misturar com outros medicamentos na mesma seringa ou infusão.
Adultos: A dose usual é de 500 mg a 1 g a cada 4 a 6 horas. Em infecções graves, a dose pode ser aumentada. Crianças: A dose usual é de 80 a 160 mg/kg/dia, divididos em 4 a 6 doses. Ajuste de dose é necessário em pacientes com insuficiência renal.