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Tratamento de reações alérgicas graves (anafilaxia), parada cardíaca, choque anafilático, broncoespasmo grave (asma), hipotensão grave e bradicardia sintomática.
Hipersensibilidade à epinefrina ou a qualquer componente da fórmula. Contraindicado em pacientes com glaucoma de ângulo fechado, choque não anafilático (exceto choque cardiogênico), arritmias cardíacas graves, doença coronariana grave, hipertensão grave, hipertiroidismo e feocromocitoma. Cautela em pacientes com diabetes, doença de Parkinson e doença cerebrovascular.
Reações comuns incluem palpitações, taquicardia, arritmias, hipertensão, ansiedade, tremores, dor de cabeça, tontura, náuseas, vômitos, sudorese e palidez. Reações graves podem incluir angina, infarto do miocárdio, hemorragia cerebral, edema pulmonar e necrose no local da injeção (em caso de extravasamento).
Cada ampola contém: Epinefrina (como cloridrato de epinefrina) 1 mg. Excipientes: Cloreto de sódio, metabissulfito de sódio e água para injetáveis.
Administrar por via intramuscular (IM), intravenosa (IV) ou subcutânea (SC), conforme indicação médica e situação clínica. A via IV é geralmente reservada para emergências como parada cardíaca ou choque anafilático refratário, e deve ser administrada com cautela e diluição adequada. A via IM é preferencial para anafilaxia. Não misturar com outras soluções sem orientação. Proteger da luz. Verificar a coloração da solução (deve ser límpida e incolor; se rosada ou marrom, descartar).
Anafilaxia: Adultos: 0,3 a 0,5 mg IM. Crianças: 0,01 mg/kg IM (máximo 0,3 mg). Pode ser repetida a cada 5-15 minutos. Parada Cardíaca: Adultos: 1 mg IV a cada 3-5 minutos. Crianças: 0,01 mg/kg IV a cada 3-5 minutos. Asma grave/Broncoespasmo: Adultos: 0,3 a 0,5 mg SC. Crianças: 0,01 mg/kg SC. As doses e vias de administração devem ser determinadas por um profissional de saúde.
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