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Tratamento de infecções causadas por microrganismos sensíveis à azitromicina, incluindo infecções do trato respiratório superior e inferior (como pneumonia, bronquite, sinusite, faringite, amigdalite), infecções da pele e tecidos moles, otite média aguda e doenças sexualmente transmissíveis (como uretrite e cervicite não gonocócicas).
Hipersensibilidade à azitromicina, a qualquer antibiótico macrolídeo ou cetolídeo, ou a qualquer componente da fórmula. Pacientes com histórico de icterícia colestática/disfunção hepática associada ao uso prévio de azitromicina.
As reações adversas mais comuns incluem náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, cefaleia e tontura. Reações menos comuns, mas graves, podem incluir prolongamento do intervalo QT, arritmias cardíacas (Torsades de Pointes), hepatotoxicidade (incluindo icterícia colestática, hepatite e insuficiência hepática), reações alérgicas graves (anafilaxia, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, DRESS), colite pseudomembranosa (associada a Clostridium difficile) e flebite no local da injeção.
Cada frasco-ampola contém azitromicina monoidratada equivalente a 500mg de azitromicina. Excipientes podem incluir hidróxido de sódio para ajuste de pH.
O pó liofilizado deve ser reconstituído com água estéril para injeção e, em seguida, diluído em uma solução intravenosa compatível (por exemplo, cloreto de sódio 0,9% ou dextrose 5%). A solução diluída deve ser administrada por infusão intravenosa lenta, geralmente por um período de 60 minutos ou mais, dependendo da dose. Não administrar em bolus ou por via intramuscular. Armazenar conforme as instruções do fabricante após reconstituição e diluição.
Para adultos, a dose usual é de 500mg uma vez ao dia, administrada por via intravenosa. A duração do tratamento e o regime posológico específico variam de acordo com o tipo e a gravidade da infecção, podendo ser seguido por terapia oral. Consultar a bula para regimes específicos de dosagem.