- EMS

Tratamento da hipertensão arterial essencial (pressão alta), angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e insuficiência cardíaca congestiva (condição em que o coração não consegue bombear sangue suficiente para atender às necessidades do corpo). Também pode ser usado após infarto do miocárdio.
Hipersensibilidade ao carvedilol ou a qualquer componente da fórmula; insuficiência cardíaca descompensada (NYHA classe IV) que necessite de inotrópicos intravenosos; asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) grave; bradicardia grave (frequência cardíaca inferior a 50 bpm); bloqueio atrioventricular de segundo ou terceiro grau (exceto se houver marca-passo); choque cardiogênico; hipotensão grave (pressão arterial sistólica inferior a 85 mmHg); síndrome do nó sinusal (incluindo bloqueio sinoatrial); feocromocitoma não tratado; disfunção hepática grave; acidose metabólica; doença vascular periférica grave; uso concomitante de verapamil ou diltiazem intravenoso.
As reações adversas mais comuns incluem tontura, dor de cabeça, fadiga, astenia, bradicardia, hipotensão (incluindo hipotensão postural), náuseas, diarreia, vômitos, dor abdominal, dispneia (falta de ar), edema (inchaço), ganho de peso, hiperglicemia (em diabéticos), hipercolesterolemia, distúrbios visuais, boca seca e impotência.
Cada comprimido contém 12,5 mg de carvedilol. Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, crospovidona, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal.
Tomar os comprimidos por via oral, com alimentos, para reduzir o risco de hipotensão postural e otimizar a absorção. Não mastigar ou esmagar os comprimidos. Siga rigorosamente as orientações do seu médico quanto aos horários, doses e duração do tratamento. Não interrompa o tratamento abruptamente sem o conhecimento do seu médico.
A dose inicial e de manutenção varia conforme a indicação e a tolerância do paciente. Para hipertensão, a dose inicial usual é de 6,25 mg duas vezes ao dia, podendo ser aumentada para 12,5 mg duas vezes ao dia após 7 a 14 dias. Para angina, a dose inicial usual é de 12,5 mg duas vezes ao dia, podendo ser aumentada para 25 mg duas vezes ao dia após 7 a 14 dias. Para insuficiência cardíaca, a dose inicial é geralmente de 3,125 mg duas vezes ao dia por duas semanas, com aumentos graduais sob supervisão médica. A dose de 12,5 mg duas vezes ao dia é uma dose comum de manutenção ou de titulação para diversas indicações.