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Tratamento e prevenção de arritmias cardíacas graves, como taquicardia ventricular, fibrilação ventricular, fibrilação atrial e flutter atrial, quando outras terapias não foram eficazes ou são contraindicadas.
Hipersensibilidade ao cloridrato de amiodarona, iodo ou a qualquer componente da fórmula; bradicardia sinusal grave, bloqueio sinoatrial, bloqueio atrioventricular de segundo ou terceiro grau (na ausência de marca-passo); doença do nó sinusal; choque cardiogênico; hipotensão grave; disfunção da tireoide preexistente; gravidez e lactação (exceto em casos de extrema necessidade); combinação com medicamentos que prolongam o intervalo QT e podem induzir Torsades de Pointes.
As reações adversas comuns incluem bradicardia, distúrbios da tireoide (hipotireoidismo ou hipertireoidismo), elevação das enzimas hepáticas, microdepósitos corneanos (geralmente assintomáticos), fotossensibilidade (com possível coloração azul-acinzentada da pele em uso prolongado), náuseas, vômitos, constipação. Reações graves, embora menos comuns, podem incluir toxicidade pulmonar (pneumonite, fibrose pulmonar), hepatite, cirrose, neuropatia periférica e proarritmia.
Cada comprimido contém 200mg de cloridrato de amiodarona como princípio ativo, além de excipientes.
Administrar por via oral, preferencialmente com alimentos para reduzir o desconforto gastrointestinal. Não mastigar nem triturar os comprimidos. Seguir rigorosamente as orientações médicas quanto à dose e duração do tratamento. Evitar exposição solar direta devido à fotossensibilidade. Monitoramento regular da função cardíaca (ECG), tireoidiana, hepática e pulmonar é essencial durante o tratamento.
A posologia é individualizada e determinada pelo médico, dependendo da condição clínica do paciente e da resposta ao tratamento. Geralmente, inicia-se com uma dose de ataque (por exemplo, 600-800 mg/dia por 1 a 3 semanas) seguida por uma dose de manutenção (por exemplo, 100-400 mg/dia).