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Indicado para o alívio das manifestações inflamatórias de dermatoses responsivas a corticosteroides, quando complicadas por infecção secundária causada por microrganismos sensíveis à gentamicina, ou quando houver suspeita de tal infecção. Inclui eczema, dermatite atópica, dermatite de contato, psoríase e outras condições inflamatórias da pele.
Contraindicado para pacientes com histórico de hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula. Não deve ser usado em infecções virais da pele (como herpes simples, varicela), tuberculose cutânea, sífilis cutânea, reações pós-vacinais, rosácea, dermatite perioral, acne vulgar e infecções fúngicas não tratadas. Não é recomendado para uso oftálmico.
As reações adversas mais comuns incluem queimação, prurido, irritação, ressecamento, foliculite, hipertricose, erupções acneiformes, hipopigmentação, dermatite perioral, dermatite de contato alérgica, maceração da pele, infecção secundária, atrofia da pele, estrias e miliária. A absorção sistêmica de corticosteroides tópicos pode causar supressão reversível do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HHA), manifestações da síndrome de Cushing, hiperglicemia e glicosúria. A gentamicina tópica pode causar irritação local e, raramente, reações de hipersensibilidade.
Cada grama de creme contém 0,64 mg de dipropionato de betametasona (equivalente a 0,5 mg de betametasona) e 1,0 mg de sulfato de gentamicina (equivalente a 1,0 mg de gentamicina base). Excipientes: álcool cetoestearílico, ceteareth-20, petrolato branco, parafina líquida, propilenoglicol, metilparabeno, propilparabeno e água purificada.
Aplicar uma fina camada do creme sobre a área afetada da pele, cobrindo-a completamente. Massagear suavemente até que o creme seja absorvido. Lavar as mãos antes e depois da aplicação. Não utilizar curativos oclusivos, a menos que seja especificamente orientado pelo médico. Evitar o contato com os olhos.
Aplicar uma fina camada do creme sobre a área afetada da pele duas vezes ao dia, pela manhã e à noite. A duração do tratamento deve ser determinada pelo médico, geralmente não excedendo duas semanas. Em crianças, o tratamento deve ser o mais breve possível e sob estrita supervisão médica.
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