- Fresenius

Tratamento de infecções graves causadas por bactérias Gram-negativas sensíveis, como septicemia, meningite, infecções do trato urinário complicadas e recorrentes, infecções respiratórias, infecções da pele e tecidos moles, infecções ósseas e articulares, infecções intra-abdominais (incluindo peritonite) e queimaduras infectadas.
Hipersensibilidade conhecida à gentamicina ou a outros aminoglicosídeos. Pacientes com miastenia gravis (pode agravar a fraqueza muscular). Gravidez e lactação (uso com cautela e apenas se os benefícios superarem os riscos potenciais).
Ototoxicidade (vestibular e coclear, podendo causar tontura, vertigem, ataxia, zumbido e perda auditiva, por vezes irreversível), nefrotoxicidade (insuficiência renal aguda, aumento da creatinina sérica, geralmente reversível), bloqueio neuromuscular (depressão respiratória, fraqueza muscular), reações de hipersensibilidade (erupção cutânea, prurido, urticária, anafilaxia), náuseas, vômitos, cefaleia, letargia.
Cada ampola de 1ml contém 40mg de sulfato de gentamicina. Excipientes: água para injetáveis, bissulfito de sódio, edetato dissódico, ácido sulfúrico e/ou hidróxido de sódio para ajuste de pH.
Administrar por via intramuscular (IM) ou intravenosa (IV). A administração intravenosa deve ser lenta, geralmente em 30 a 60 minutos. Monitorar a função renal e os níveis séricos do medicamento (pico e vale) para otimizar a eficácia e minimizar a toxicidade. Manter o paciente bem hidratado. Não misturar com outros medicamentos na mesma seringa ou bolsa de infusão.
A posologia deve ser individualizada com base na gravidade da infecção, peso do paciente, função renal e idade. Para adultos com função renal normal, a dose usual é de 3 a 5 mg/kg/dia, dividida em 1 a 3 doses. Em alguns casos, pode ser administrada uma dose única diária. Em pacientes com insuficiência renal, a dose e/ou o intervalo de administração devem ser ajustados.
- Hypofarma