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Tratamento de epilepsia (convulsões) em adultos e crianças a partir de 2 anos, como monoterapia ou terapia adjuvante. Prevenção de episódios depressivos em pacientes com transtorno bipolar tipo I que experimentam predominantemente episódios depressivos.
Hipersensibilidade conhecida à lamotrigina ou a qualquer componente da fórmula. Não recomendado para pacientes com insuficiência hepática ou renal grave sem ajuste de dose e monitoramento rigoroso. Gravidez e amamentação: uso apenas se o benefício justificar o risco potencial para o feto/bebê, sob estrita orientação médica.
As reações adversas mais comuns incluem erupções cutâneas (rash), dor de cabeça, tontura, sonolência, náuseas, vômitos, insônia, diplopia (visão dupla), ataxia (falta de coordenação), tremor e fadiga. Reações graves, como síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, são raras, mas podem ser fatais e exigem interrupção imediata do tratamento.
Cada comprimido contém 25mg de lamotrigina. Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, povidona, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio e, em algumas apresentações, óxido de ferro amarelo.
Tomar os comprimidos inteiros, com ou sem alimentos. Não mastigar, esmagar ou dividir os comprimidos. A dose deve ser ajustada gradualmente pelo médico para minimizar o risco de reações adversas, especialmente erupções cutâneas. Não interromper o tratamento abruptamente sem orientação médica, pois isso pode precipitar convulsões ou piorar o transtorno bipolar.
A posologia é individualizada e depende da indicação (epilepsia ou transtorno bipolar), da idade do paciente e do uso concomitante de outros medicamentos. Geralmente, inicia-se com uma dose baixa (ex: 25mg/dia) e aumenta-se gradualmente ao longo de várias semanas até atingir a dose de manutenção eficaz, que pode variar de 100mg a 400mg por dia, dividida em uma ou duas tomadas. Seguir rigorosamente a orientação médica.