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Tratamento de infecções graves causadas por bactérias Gram-negativas sensíveis à amicacina, incluindo infecções do trato urinário, respiratórias, intra-abdominais, de pele e tecidos moles, sepse, endocardite bacteriana e infecções em pacientes imunocomprometidos.
Hipersensibilidade conhecida à amicacina ou a qualquer outro aminoglicosídeo. Pacientes com histórico de miastenia gravis ou parkinsonismo devido ao risco de bloqueio neuromuscular. Não deve ser utilizado em pacientes com insuficiência renal grave preexistente, a menos que os benefícios superem os riscos e sob monitoramento rigoroso.
As reações adversas mais comuns incluem ototoxicidade (perda auditiva, zumbido, vertigem) e nefrotoxicidade (insuficiência renal aguda, aumento da creatinina sérica). Outras reações podem incluir bloqueio neuromuscular (depressão respiratória), reações alérgicas (erupção cutânea, prurido, urticária), náuseas, vômitos e cefaleia.
Cada ampola de 2 mL contém: Sulfato de Amicacina (equivalente a 100 mg de amicacina base). Excipientes: citrato de sódio, bissulfito de sódio e água para injetáveis.
Administrar por via intramuscular ou intravenosa. Não misturar com outros medicamentos na mesma seringa ou frasco. Armazenar em temperatura ambiente (15°C a 30°C), protegido da luz e umidade. Não congelar. Descartar qualquer porção não utilizada.
A dose usual para adultos e adolescentes com função renal normal é de 15 mg/kg/dia, dividida em 2 ou 3 doses iguais. Para crianças, a dose inicial é de 10 mg/kg, seguida de 7,5 mg/kg a cada 12 horas. A dose e a duração do tratamento devem ser ajustadas de acordo com a gravidade da infecção, a resposta do paciente e a função renal, sob orientação médica.